Sintrenses com Marco Almeida
Bem-vindos à página do movimento SCMA na Assembleia Municipal de Sintra
O projeto de Regulamento dos Projetos de Relevante Interesse Municipal que nos é submetido, na decorrência da alteração do PDM, será um instrumento muito válido e indispensável para se proporcionar este estatuto com base em critérios objectivos e transparentes que o determinem e a forma de os verificar.
O desenvolvimento harmonioso do nosso Concelho e os desafios que enfrentamos relacionados com a competitividade, o crescimento e o emprego, obrigam à captação de novos investidores e o reforço dos já existentes, bem à atracção de recursos humanos qualificados, tudo em ordem a conseguirmos melhorar progressivamente a qualidade e o nível de vida dos sintrenses.
É conhecida a minha posição sobre o Hotel Netto. A Câmara deveria, com o dinheiro com que comprou o Hotel Netto investi-lo na reabilitação das infra-estruturas da Vila Velha, que carecem de total e urgente substituição. Não foi este o caminho seguido. O que importa é que o processo agora em execução venha a ter sucesso.
O que o senhor presidente da Câmara disse à agência Lusa, em Novembro de 2013 já não se cumpre. Disse então: «espera poder inaugurar o «hostel» até ao final do mandato (2017)». E o «hostel» tudo nos indica que não vai ser uma realidade. Já se transformou num «hotel», o que não merece a nossa discordância. Também tudo indica que não será com a actual administração municipal que a unidade hoteleira seja inaugurada.
Na sequência da reunião da Comissão competente convocada para analisar a proposta de alteração do Regulamento da Polícia Municipal, que contou com a presença muito útil da Directora do Departamento de Recursos Humanos e do Director da Polícia Municipal, permito-me tecer as seguintes considerações em representação do Grupo "Sintrenses com Marco Almeida".
Registámos nessa reunião duas omissões de diferente natureza.
Permitam-me que apresente sucintamente a moção distribuída sobre a ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA TERRITORIAL DO MUNICÍPIO DE SINTRA, ou seja, sobre a desastrada agregação de Freguesias determinada pela maioria política anterior à revelia da vontade e dos interesses das populações e das autarquias envolvidas, e com base em critérios absurdos e falaciosos.
A nossa iniciativa teve como impulso recente o anúncio pelo Governo, em cumprimento dos compromissos eleitorais do PS e do seu Programa, de que vai reabrir este processo, concretizado pelo anterior Executivo.
Começo por felicitar a Senhora Vereadora Maria da Piedade Mendes e toda a equipa do Departamento de Administração, Finanças e Património que a apoiou na preparação dos documentos em análise, cuja apresentação traduz elevada qualidade e profissionalismo.
Se neste plano formal a documentação em causa é merecedora de elogio, o mesmo não podemos dizer, mais uma vez, sobre os números que nos são exibidos referentes ao exercício de 2015, depois de analisados com rigor e compaginados com a estratégia que traduzem.
Esses números refletem uma estratégia legítima, pois foi definida pelo Presidente da Câmara e aprovada por uma maioria que coresponsabiliza o PS, o PSD e a CDU, mas que merece a nossa profunda discordância sobre o modo como este Executivo utiliza os dinheiro públicos.