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Eça de Queiroz (1845 – 1900)

Eca-de-queirosA sua ligação a Sintra, que começa ainda na juventude, tornar-se-á cada vez mais intensa ao longo da vida, tendo o escritor espelhado essa admiração a esta vila e seu termo em praticamente toda a sua obra.

Grandes romances como Os Maias, O Primo Basílio, A Capital, A Tragédia da Rua das Flores, em que Sintra é palco fundamental da acção e espaço caracterizador onde se movimentam e se fundem os personagens; ou em novelas como O Conde de Abranhos, Alves & Cia., A Correspondência de Fradique Mendes, são apenas alguns exemplos de obras queirosianas em que os cenários de Sintra estão sempre presentes.

A todos estes livros, acrescem ainda as referências sintrenses e colarenses em A Ilustre Casa de Ramires, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia, ou ao longo de toda a sua vasta correspondência. Para além da sua obra pessoal, ainda Sintra mereceu rasgada atenção de Eça de Queiroz nas obras que escreveu a meias com Ramalho Ortigão, como são os casos de O Mistério da Estrada de Sintra e a sua colaboração em As Farpas.

Sintra tem uma dívida de gratidão para com o grande romancista, não só por ter escrito algumas das mais belas páginas da nossa literatura a seu respeito mas, também, por ter sido um divulgador incansável e eterno das belezas de Sintra.

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