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Sintra e Eça de Queirós

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A 25 de Novembro de 1845, nascia, na Póvoa do Varzim, o mais extraordinário romancista das Letras portuguesa do séc. XIX, José Maria Eça de Queirós. Na sua obra, ainda hoje fonte de inspiração na nossa Literatura, o concelho de Sintra ocupa um lugar proeminente.

Romances como O Primo Basílio, A Ilustre Casa de Ramires, A Tragédia da Rua das Flores, O Crime do Padre Amaro, ou novelas como Alves & Cª., O Conde de Abranhos, a Correspondência de Fradique Mendes, são alguns dos títulos onde Sintra não só serviu de cenário ideal, mas também como espaço caracterizador e catalisador das suas personagens.

No entanto, foi em Os Maias, publicado em 1888, que Eça de Queirós havia de ligar a Sintra gerações e gerações de leitores. Para sempre ficariam na intimidade de que sorveu as palavras do romancista, personagens como Carlos da Maia e o maestro Cruges, de Tomás de Alencar e João da Ega, ou de Eusébiozinho e o Palma Cavalão «em pândega, no Nunes, com duas espanholas».

Há ainda, na sua produção literária, os seus fantásticos textos de As Farpas, ou o folhetim policial O Mistério da Estrada de Sintra, obras que escreveu a meias com Ramalho Ortigão.

Pela importância que Eça de Queirós atribuiu a Sintra na sua obra, pelas suas visitas à vila, onde passou férias com a família, é justo que assinalemos hoje o dia do seu nascimento.

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